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Blog Action Day - Get Involved!

October 2, 2008

O Plano para o Dique da Moita, e tudo em volta?

A Câmara Municipal da Moita, apresentou com pompa e circunstância o Plano para a “operação de valorização integrada para a zona ribeirinha”, o que traduzido para português, significa: “Vamos ter de destruir o dique da Moita devido à sua comprovada não viabilidade e para não ficarmos mal na fotografia, damos a volta a isto e renomeamos o projeto, convidamos para parceiros, o construtor de barcos típicos, o Freiras, a Simarsul a Amarsul, e o Porto de Lisboa, fazemos mais um troço de ciclovia, (o que acho muito bem), não falamos do Caís Novo de Alhos Vedros onde se mantem o desmantelamento de barcos, e até tiramos dividendos políticos com este erro imenso que foi construir o dique, tendo uma ribeira a descarregar dum lado e o esgoto a descarregar do outro, com o dique a cercear toda este espelho de dejetos…”

Enfim o presidente do Porto de Lisboa, foi incisivo em muitos pontos e vale a pena ver essa parte deste filme.

Nota:De agora em diante e por contrato com o AVP, antes dos filmes que fizer, para este Blog, e estão diversos a ser montados, com as eleições então vai ser um “ver se te avias”, aproveito para meter 10 segundos de publicidade da “Azulejaria Artística Guerreiro”, o meu ganha pão.
Com o jornal “O RIO” sempre trabalhei também nesse sentido de troca direta, no caso das coleções de cromos como devem estar lembrados alguns leitores do AVP.Pretendo com o AVP continuar esta troca de serviços em troca de publicidade para a AAG, mas estou aberto a outras entidades públicas ou privadas, para este tipo de transações que não impliquem dinheiro na relação.

A linha editorial pode ser minha ou do AVP, nos filmes que realizar para este Blog, e será explicitamente expressa em cada filme.

Este filme: “O Plano para o Dique da Moita, e o resto em volta ?” é da minha responsabilidade nos conteúdos e no comentário aqui expresso.

Saudações a todos de Luís Cruz Guerreiro e obrigado ao AVP por esta oportunidade.


O Luís Guerreiro fez este filme para o AVP e também o comentário e editorial da sua futura colaboração com o AVP.

 

Debate sobre o PDM da Moita levanta a questão da alternativa à actual maioria na Câmara

Alguns excertos do artigo n’O Rio:

A declaração do presidente da CCDR-LVT

Pedro Soares deu a conhecer aos presentes que, no momento em que a CCDR-LVT anunciou a revisão do Plano Regional de Ordenamento do Território da AML, na FIL, o presidente da CCDR, Fonseca Ferreira, disse que os PDM’s deviam ajustar-se ao PROT-AML e que haviam alguns processos de revisão em curso que deveriam aguardar o processo de revisão do PROT, mas que havia o da Moita que já tinha dado entrada para aprovação. No entanto, Fonseca Ferreira afirmou não estar de acordo com este processo de revisão e que iria chamar o PDM da Moita para apreciação no Conselho de Ministros. “Vamos ver se o presidente da CCDR cumpre com esta sua declaração”, afirmou o orador.


A opção pela requalificação dos núcleos urbanos consolidados

(...) No debate, foi defendido que o PDM devia servir para requalificar os núcleos urbanos antigos, envelhecidos e degradados. A reabilitação de núcleos urbanos consolidados é uma opção de investimento que se impõe, fazendo obras de conservação e de criação de espaço público, favorecendo as pessoas que aí vivem, e não a transformação de uma áreas rústicas em áreas urbanizáveis, gerando mais-valias exponenciais. Esta é uma opção política que muitas cidades já fizeram, sendo um bom exemplo a reabilitação de alguns bairros de Lisboa. Aliás, esta é a opção que mais se justifica numa situação de ausência de explosão demográfica, tal como a que se verifica no concelho da Moita.


A questão da alternativa à actual maioria na Câmara

Pedro Soares começou por dizer: “Conhecemos o desejo de muitos cidadãos e de algumas forças políticas de se encontrar um entendimento político no sentido de se formar uma alternativa à actual maioria política no concelho da Moita. Porém, estas alternativas não se fazem apenas de boas vontades, fazem-se com ideias e programas políticos”.

Para já, é preciso continuar a luta para que esta revisão não seja aprovada, e que, qualquer que venha a ser o desfecho desta questão, o novo PDM deve ser posto em causa, a seguir às próximas eleições autárquicas de 2009. “O que é preciso saber é se todas as forças políticas que contestam o PDM estão disponíveis para isso”, observou.

E, para finalizar:

Pedro Glória: “com a conjuntura actual, o mercado habitacional está em decadência, não há clientes e as casas não se vendem, o que põe em causa a tal estratégia dos protocolos (…) A Câmara da Moita é muito reactiva, não prevê a médio e longo prazo, veja-se o caso das entradas na Moita que, em horas de ponta, ficam completamente saturadas (…) Para além de poder haver entendimentos entre os partidos da oposição, devia-se também perguntar aos cidadãos se querem participar, porque uma alternativa a valer, faz-se com a participação dos cidadãos”.

(...)

Luís Morgado: “no que respeita aos PDM’s, o caso da Moita não é único, esta ‘desgraceira’ é por aí fora. É o poder do capital, por isso não me espanta haver protocolo atravessados, o que me espanta nisto é que, no distrito de Setúbal, onde a solidariedade e a larga influência da classe operária mais se fez sentir, nem aqui conseguimos alterar as coisas. E, repito, não é só na Moita. (…) mas a oposição a este presidente de Câmara já em 1999 se punha em cima da mesa, no plano partidário, portanto, foi muito anterior ao Movimento de Cidadãos da Várzea da Moita. (…) no caso dos partidos, é estranho o comportamento do PS, ao longo destes anos, sem levantar grandes problemas. (…) por mim, apoiaria um movimento de cidadãos, começando pelas pessoas, os partidos que se amanhem, se quiserem que apoiem”.

Edgar Cantante: “também preconizou a necessidade do surgimento de um movimento de cidadãos que se possa constituir em alternativa à actual maioria da Câmara da Moita”.

E então?
Que estamos à espera, camaradas e companheiros dos partidos da oposição?
Vamos continuar enquistados nos nossos pequeninos poderes que não levam a lado nenhum ou vamos apoiar pessoalmente — integrando e até financiando — uma LISTA DE INDEPENDENTES à Câmara e Assembleia Municipais da Moita?

 

September 13, 2008

Uh! Uh! IGAL? PGR? DIAP? Anda alguém aí?

Ólhá contestação pública já aqui…
E é que até está fortemente fundamentada na LEI. Mas qu’é lá isso!

Devem de estar muito distraídos com o “crime violento” e esqueceram-se do “crime sarnento”. Coisas!

 

Olha! Lembrei-me desta hoje...

... ao lêr umas patacoadas no nosso amado e ilustrissímo Presidente, no mais recente Boletim Municipal, sobre a questão do esforçado empenho no desenvolvimento e patáti, patátá e o Plano Director é que é...

Partido do Construtor Porreiraço


E para logotipo uma parede de tijolos graffitada.

Cá fica a proposta.

 

September 11, 2008

NÃO À MUNICIPALIZAÇÃO DA REN

A perspectiva de passagem para os municípios das competências para a delimitação da Reserva Ecológica Nacional (REN), num diploma em preparação pelo Governo, levou um conjunto de 24 personalidades ligadas às questões do território a promover uma petição ao Presidente da República para que seja rejeitada a municipalização destas áreas ecológicas.

Entre os promotores está Gonçalo Ribeiro Telles, o arquitecto paisagista que concebeu a REN, um instrumento de ordenamento do território que regula o uso de áreas do solo de elevada sensibilidade ambiental e ‘fundamentais para o equilíbrio do território e para a segurança de pessoas e bens’, segundo o texto da petição. Os signatários consideram que a atribuição aos municípios das competências de delimitação da REN, o que envolve também a capacidade para desanexação de áreas da classificação, proporciona uma incompatibilidade de interesses, ‘por ser conhecida a dependência dos municípios e dos orçamentos municipais da necessidade de aprovar novos empreendimentos de cariz edificado’.


In Público de 21-03-2008

A petição está disponível em: http://www.petition online.com/ren2008/petition.html

Nota: Infelizmente no dia 22 de Agosto de 2008, foi publicado na I Série do Diário da República, n.º 162, o Decreto-Lei n.º 166/2008 que estabelece o Regime Jurídico da Reserva Ecológica Nacional (REN) e revoga o Decreto-Lei n.º 93/90, de 19 de Março. Vai ser um fartar vilanagem!

 

August 2, 2008

Cobertura vegetal urbana melhora conforto térmico em residências

Pesquisa feita em três regiões da cidade de São Paulo comprova que a vegetação urbana reduz a necessidade de ventiladores e aparelhos de ar-condicionado para manter o conforto térmico em residências, podendo reduzir o consumo de energia elétrica. O trabalho foi apresentado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP de Piracicaba, pela engenheira agrônoma Giuliana Del Nero Velasco, que sugere o plantio de árvores de grande porte no sistema viário para ampliar a redução de temperatura obtida com a cobertura vegetal.

O trabalho analisou áreas com diferentes densidades de vegetação na Zona Sul da cidade, a primeira com 3,72% de cobertura verde, a segunda com 11,71% e a terceira com 33,92%. “Os locais foram escolhidos por geoprocessamento, a partir das imagens de alta resolução do satélite Ikonos II”, explica Giuliana. “Após a aplicação do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) e análise de mapas de clima já existentes, foi feito um levantamento de campo para confirmar os dados do sensoriamento remoto e definida uma amostragem de 100 residências em cada área”.

continua…  

July 17, 2008

Novedads

Novas Centralidades
PDM à pressão
O Programa de Execução do PDM em Junho 2004 (textos) (gráficos)
Não existem PLANOS DIRECTORES MUNICIPAIS, nem de qualquer outra espécie (digo eu)

 

A CCDR-LVT não falou porque...

... razões de incompatibilidade da maior envergadura se levantaram.

Está tudo explicado, e já há muito tempo:

Curriculos
Responsável de ordenamento do território participou na revisão de plano da Moita
Lenha para fogueira

Que falta de memória.

 

June 12, 2008

Ou há moralidade ou comem todos!

Li hoje no Jornal da Moita um artigo sobre o destino e os desatinos que sobrevoam o antigo Quartel dos Bombeiros da Moita.

Não posso estar mais em desacordo com os camaradas do PS, vereadores da nossa edilidade.

O espaço que foi cedido (para já e legalmente aparenta ter sido somente o usufruto) à Associação dos Bombeiros da Moita foi-o com um intuito social e benemérito e não para que se fizesse negócio especulativo e imobiliário com ele.

Novo terreno foi igualmente cedido pela edilidade para o NOVO Quartel pelo que faria todo o sentido que o antigo terreno e benfeitorias revertessem novamente para a edilidade a fim de que a mesma lhe desse novo destino IGUALMENTE com FINS SOCIAIS.

continua…  

October 15, 2007

Fechado!

 

October 10, 2007

Ou há Moralidade ou comem Todos!

Para que servirá a “fantochada” da discussão pública do PRPDM da Moita ???

Direito de aproveitamento urbanístico do prédio n.º 10 da Secção Z da Matriz Cadastral da Freguesia da Moita, sito no Monte do Moinho de São Sebastião (Moita).
Desde há mais de quinze anos, quando toda a zona circundante ao seu prédio, desde o Chão Duro ao Pinhal da Areia… era, toda ela, rural…, o interessado vem solicitando à Câmara Municipal da Moita, a possibilidade de utilizar o seu terreno para “ocupação urbana” apropriada e legal, tendo-lhe até sido concedido alvará de 1991, para a constituição de um lote de 5170 m2, o qual, entretanto, nunca julgou adequado ao aproveitamento mais racional do território.

O terreno em causa é mais central e tradicionalmente com maior vocação habitacional e até industrial do que todos os terrenos da vizinhança…, pois nele existiu até uma fábrica de cerâmica da qual resta ainda um artigo urbano cujo IMI a CM da Moita não se coíbe de receber anualmente… e habitações, não só para o dono da terra, como para inquilinos, hoje em ruínas, mas sobre as quais a CM da Moita continua também a exigir anualmente o pagamento do IMI que devia ser indevido, por injusto

Cedo porém, dada a sua invejável posição central…, a cobiça de certos “lobies” com influência no poder local… dito “democrático”…, arregalou os olhos invejosos para esse terreno privado e alheio, tendo desde então conseguido… todas as artimanhas técnicas e políticas para impedir o legítimo proprietário de usufruir do que é seu!

E, apesar de em toda a zona rural circundante, desde o Chão Duro a São Sebastião e ao Pinhal da Areia, a CM da Moita ter permitido a especulação imobiliária e até a construção clandestina…, ao signatário, a CM da Moita sempre barrou o acesso à fruição do bem económico que legitimamente lhe pertence.

Ela foi mesmo ao ponto de, para beneficiar o loteamento clandestino da vizinhança, onde se foi instalar a família de determinado autarca…, construir uma luxuosa via de acesso e equipamentos urbanos, sobre a tradicional azinhaga da Bela Vista, agora baptizada de “Rua do Povo”…, precisamente à custa do alargamento da mesma para cima do terreno do signatário…, sem qualquer indemnização, nem sequer contacto prévio

Finalmente, propõe-se a CM da Moita, no projecto de revisão do PDM que agora submeteu a discussão pública, fazer iníqua e arbitrariamente integrar o prédio do signatário, incluindo o lote urbano que aprovou e pelo qual recebeu as respectivas taxas… e os artigos urbanos de arrendamento tradicional, pelos quais todos os anos exige o pagamento de IMI…, num agora inventado “espaço agrícola periurbano”, com um proposto regime jurídico equivalente, sem sombra de dúvida, a uma verdadeira expropriação pública, sem direito a indemnização

Aliás, a CM da Moita teve a preocupação de fazer selectivamente incluir nesse projecto de “aborto jurídico”, não só este…, como também os outros dois e únicos terrenos da sua almejada vítima, adjacentes a espaços habitacionais ou de usos multiplos, situado um adjacente à agora “zona industrial do Carvalhinho” e situado o outro junto à urbanização das Morçoas em Alhos Vedros.

Ora, nos termos da Constituição da República e da própria Declaração Universal dos Direitos do Homem, todos os cidadãos devem ter iguais oportunidades de acesso aos bens económicos! E, por isso, nos termos de todas as suas anteriores exposições e petições que aqui considera reproduzidas…, o signatário vem agora formalmente requerer que, no presente Projecto de Revisão do PDM da Moita, não seja discriminado relativamente ao tratamento concedido aos seus vizinhos fronteiriços para norte (no Chão Duro), os quais viram recentemente a sua rua de acesso alargada e luxuosamente equipada à custa de terreno do signatário e são agora incluídos em “Espaço Habitacional” da revisão do PDM…, nem seja igualmente discriminado relativamente aos terrenos adjacentes ao seu prédio do Alto de São Sebastião, para Nascente, os quais foram também selectivamente incluídos no “Espaço de Usos Múltiplos” da mesma revisão

Assim, naturalmente, o prédio n.º 10 da Secção Z da Matriz Cadastral da Freguesia da Moita, situado no Alto de São Sebastião, a menos de mil metros da Praça de Touros da Moita, tem todo o direito de ser incluído na proposta do PDM em revisão, como “Espaço Habitacional e/ou de Usos Múltiplos”

Américo da Silva Jorge

Ora, embora o sr Américo tenha toda a razão nas suas reinvidicações; o que nós consideramos errado é o facto do supracitado não pugnar por um PDM correcto, sustentável e benéfico para o concelho MAS SIM que, já que o PDM é uma porcaria cheia de iniquidades e erros de estratégia feito à medida dos interesses dos especuladores e de políticos muito pouco escrupulosos, ele também deveria ter direito a comer uma fatia do bolo como todos os outros.

Por isso é que, por mais razão que o sr. Américo tenha — do ponto de vista legal, formal e até moral — nós não publicamos as suas coisas. Porque ele não pugna pelo mesmo que nós: UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO E HARMONIOSO para o concelho que respeite a Lei (mas toda a Lei) e os múnicipes.

 

September 14, 2007

"Os Verdes" e as Alterações Climáticas

Mais uma vez contrariando as opiniões de certas pessoas do podre local, o Partido “Os Verdes, por si ou empurrados pelos “Verdes” a nível interncional, tomaram uma atitude certa:

CONFERÊNCIA VERDE SOBRE ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS E A PRESIDÊNCIA PORTUGUESA DA UE

21 e 22 de Setembro de 2007 – Lisboa
Hotel Fénix, Praça do Marquês de Pombal

PROGRAMA

21 Setembro – Sexta

18:00h – Mesa Redonda – Alterações Climáticas – Prioridades da Presidência Portuguesa

Monica Frassoni – Presidente do Grupo Verdes / ALE no Parlamento Europeu
Humberto Rosa – Secretário de Estado do Ambiente
Heloísa Apolónia – Deputada de “Os Verdes” na Assembleia da República
Francisco Ferreira – Professor na Universidade Nova de Lisboa – Vice-presidente da QUERCUS
Claude Turmes – Vice-Presidente do Grupo Verdes / ALE no Parlamento Europeu

22 Setembro – Sábado

10:00h – Caminhos Verdes para fazer face às Alterações Climáticas

Moderador:
Sepp Kusstatscher – Eurodeputado do Grupo Verdes / ALE no Parlamento Europeu

Oradores:
Francisco Madeira Lopes – Deputado de “Os Verdes” na Assembleia da República
Sá da Costa – Presidente da APREN - Associação de Energias Renováveis
Aníbal de Almeida – Professor na Universidade de Coimbra – Eficiência
Energética
Hermann Knoflacher – Professor na Universidade de Viena – O Futuro da
Mobilidade
Manuel Tão – Investigador na Universidade do Algarve – Uma política de
transportes com responsabilidade social e ambiental
Michael Cramer – Eurodeputado do Grupo Verdes / ALE no Parlamento Europeu

Entrada Livre

Contactos:
Partido Ecologista “Os Verdes” – Tel: 21 396 03 08
e-mail: osverdes@mail.telepac.pt – Web: www.osverdes.pt

 

September 13, 2007

Modelos de (sub-)Desenvolvimento

Um artigo muito interessante. (via Banheirense)

Um artigo mesmo muito interessante tendo em conta o autor, o que faz, e os interesses “centralizadores” e betonistas de certas Revisões de PDM que polulam cá por esta terra.

No entanto, nem é mesmo nada de novo e nem sequer vagamente original. A malta da Aula do Risco já anda a dizer isto há um monte de tempo, e alguns deles até são empregados da Câmara Municipal da Moita.

continua…  

Paralela ou talvez não!

Artigo muito interessante, por Jose Carlos Marques, in Lista AMBIO, sobre outros modelos de desenvolvimento e a educação escolar.

continua…  

September 5, 2007

"Novas Centralidades" e a inevitável leveza do ser

Para não perder tempo a repetir aconselho a leitura deste documento do Partido do Colectivo e o comentário correspondente e acertado aqui.

 

August 17, 2007

Porque uma imagem vale mil palavras

Moita em Focus - página 1

continua…  

August 2, 2007

Temos o Mãos à Horta...

Para quando as hortas urbanas?

 

July 24, 2007

O resumo da jana ou...

... o mito das “Novas Centralidades”




Há mais, mas eu não tive ainda tempo para procurar por isso ficam só mesmo as do AVP (e pouco mais) já que, à força de tanto escreverem, os artigos já passaram para a penumbra dos arquivos históricos.

continua…

 

June 21, 2007

Para que não caia no esquecimento...

Palacete da Quinta da Fonte da Prata e sua tamareira classificada

... era bom que retorná-se-mos a lêr este artigo e o meu modesto comentário ao mesmo.

E já que falamos de Qta da Fonte da Prata, deixamos aqui também alguns artigos mais recentes para leitura: Fonte da Prata – Fonte de quê? e Margem Sul – Vazio urbano OU “A Esquerda actual deixou de ser Esquerda – tornou-se ESTÚPIDA” (4)

 

June 2, 2007

Uma iniciativa dos Cidadãos

Por iniciativa de cidadãos, uma nova Discussão Pública da Revisão do PDM / Plano Director Municipal da Moita ‘07, a realizar em diversas Sessões de participação e debate abertos, naturalmente livres e democráticos, onde todos serão convidados e bem-vindos, em Sessões que terão lugar em diversos locais em todas as Freguesias e em muitas localidades grandes e pequenas do Concelho da Moita, entre a Quarta-feira 4 Julho 2007 e o Domingo 2 Setembro ‘07.
Na verdade, tal é muito necessário
.

Entre nós, muitos são de opinião que o Projecto de Revisão do PDM da Moita, e toda a orientação política que lhe subjaz e o acompanha, são um desastre para o Concelho e para a maioria dos Munícipes, traduzindo a expressão de políticas erradas, de má governação sistemática, de desrespeito generalizado pela lei e total atropelo da ética e da transparência devidas pelos Poderes Públicos e pelos Órgãos de Estado às Cidadãs e aos Cidadãos, sede última do verdadeiro poder em Democracia.
Neste quadro, iremos convidar todas as Cidadãs e todos os Cidadãos, todos os Eleitos Autárquicos, um por um nominalmente, todos os Partidos Políticos, um por um nominalmente, diversas Associações cívicas, e em geral todas as Mulheres e todos os Homens que o desejarem, a participar connosco nesta série de debates.

É assim que desde já vos damos a conhecer o teor do Convite endereçado ao Senhor Presidente da Câmara, e que estamos a enviar em todas as direcções, mas todas mesmo, no nosso Município.

Como é evidente, toda a Comunicação Social, Jornais, Rádios, Televisões, Jornais e Blogues na WEB, etc, se deverá desde este momento sentir convidada, sendo o seu contributo, enquanto serviço cívico, de isenção ou de opinião, muito importante.

 


Comunidade Portuguesa de Ambientalistas
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