Parece que nem toda a gente é tíbia
- Politiquices, Acção Popular | criado às 2:50 pm | Um Comentário
No final do seminário, Carlos Santos disse ao Jornal da Moita «o balanço deste seminário é muito positivo. Falamos das hortas urbanas, uma realidade que não existe no nosso concelho, porque a nossa vocação está mais no sector do ensino, na educação e criar estes espaços nos recreios e logradouros das escolas e não nos espaços urbanos. Este colóquios são sempre motivo de reflexão.»
Nota: Vereador CDU na CMMoita com o pelouro do Ambiente (no que se incluem os resíduos e os espaços verdes), note-se.
A digitalização do artigo pode ser recolhida aqui.
A imagem foi amávelmente “cedida” pelo blogue A Sul
... OUTRA VEZ!
Isto já começa a parecer uma anedota e das muito manhosas.
Infelizmente não é, e o dinheiro e a megalomania do “salto em frente” é que manda, como se pode ver aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e em tantos outros sítios…
A Câmara Municipal da Moita, apresentou com pompa e circunstância o Plano para a “operação de valorização integrada para a zona ribeirinha”, o que traduzido para português, significa: “Vamos ter de destruir o dique da Moita devido à sua comprovada não viabilidade e para não ficarmos mal na fotografia, damos a volta a isto e renomeamos o projeto, convidamos para parceiros, o construtor de barcos típicos, o Freiras, a Simarsul a Amarsul, e o Porto de Lisboa, fazemos mais um troço de ciclovia, (o que acho muito bem), não falamos do Caís Novo de Alhos Vedros onde se mantem o desmantelamento de barcos, e até tiramos dividendos políticos com este erro imenso que foi construir o dique, tendo uma ribeira a descarregar dum lado e o esgoto a descarregar do outro, com o dique a cercear toda este espelho de dejetos…”Enfim o presidente do Porto de Lisboa, foi incisivo em muitos pontos e vale a pena ver essa parte deste filme.
Nota:De agora em diante e por contrato com o AVP, antes dos filmes que fizer, para este Blog, e estão diversos a ser montados, com as eleições então vai ser um “ver se te avias”, aproveito para meter 10 segundos de publicidade da “Azulejaria Artística Guerreiro”, o meu ganha pão.
Com o jornal “O RIO” sempre trabalhei também nesse sentido de troca direta, no caso das coleções de cromos como devem estar lembrados alguns leitores do AVP.Pretendo com o AVP continuar esta troca de serviços em troca de publicidade para a AAG, mas estou aberto a outras entidades públicas ou privadas, para este tipo de transações que não impliquem dinheiro na relação.A linha editorial pode ser minha ou do AVP, nos filmes que realizar para este Blog, e será explicitamente expressa em cada filme.
Este filme: “O Plano para o Dique da Moita, e o resto em volta ?” é da minha responsabilidade nos conteúdos e no comentário aqui expresso.
Saudações a todos de Luís Cruz Guerreiro e obrigado ao AVP por esta oportunidade.
Alguns excertos do artigo n’O Rio:
A declaração do presidente da CCDR-LVTPedro Soares deu a conhecer aos presentes que, no momento em que a CCDR-LVT anunciou a revisão do Plano Regional de Ordenamento do Território da AML, na FIL, o presidente da CCDR, Fonseca Ferreira, disse que os PDM’s deviam ajustar-se ao PROT-AML e que haviam alguns processos de revisão em curso que deveriam aguardar o processo de revisão do PROT, mas que havia o da Moita que já tinha dado entrada para aprovação. No entanto, Fonseca Ferreira afirmou não estar de acordo com este processo de revisão e que iria chamar o PDM da Moita para apreciação no Conselho de Ministros. “Vamos ver se o presidente da CCDR cumpre com esta sua declaração”, afirmou o orador.
A opção pela requalificação dos núcleos urbanos consolidados(...) No debate, foi defendido que o PDM devia servir para requalificar os núcleos urbanos antigos, envelhecidos e degradados. A reabilitação de núcleos urbanos consolidados é uma opção de investimento que se impõe, fazendo obras de conservação e de criação de espaço público, favorecendo as pessoas que aí vivem, e não a transformação de uma áreas rústicas em áreas urbanizáveis, gerando mais-valias exponenciais. Esta é uma opção política que muitas cidades já fizeram, sendo um bom exemplo a reabilitação de alguns bairros de Lisboa. Aliás, esta é a opção que mais se justifica numa situação de ausência de explosão demográfica, tal como a que se verifica no concelho da Moita.
A questão da alternativa à actual maioria na CâmaraPedro Soares começou por dizer: “Conhecemos o desejo de muitos cidadãos e de algumas forças políticas de se encontrar um entendimento político no sentido de se formar uma alternativa à actual maioria política no concelho da Moita. Porém, estas alternativas não se fazem apenas de boas vontades, fazem-se com ideias e programas políticos”.
Para já, é preciso continuar a luta para que esta revisão não seja aprovada, e que, qualquer que venha a ser o desfecho desta questão, o novo PDM deve ser posto em causa, a seguir às próximas eleições autárquicas de 2009. “O que é preciso saber é se todas as forças políticas que contestam o PDM estão disponíveis para isso”, observou.
E, para finalizar:
Pedro Glória: “com a conjuntura actual, o mercado habitacional está em decadência, não há clientes e as casas não se vendem, o que põe em causa a tal estratégia dos protocolos (…) A Câmara da Moita é muito reactiva, não prevê a médio e longo prazo, veja-se o caso das entradas na Moita que, em horas de ponta, ficam completamente saturadas (…) Para além de poder haver entendimentos entre os partidos da oposição, devia-se também perguntar aos cidadãos se querem participar, porque uma alternativa a valer, faz-se com a participação dos cidadãos”.(...)
Luís Morgado: “no que respeita aos PDM’s, o caso da Moita não é único, esta ‘desgraceira’ é por aí fora. É o poder do capital, por isso não me espanta haver protocolo atravessados, o que me espanta nisto é que, no distrito de Setúbal, onde a solidariedade e a larga influência da classe operária mais se fez sentir, nem aqui conseguimos alterar as coisas. E, repito, não é só na Moita. (…) mas a oposição a este presidente de Câmara já em 1999 se punha em cima da mesa, no plano partidário, portanto, foi muito anterior ao Movimento de Cidadãos da Várzea da Moita. (…) no caso dos partidos, é estranho o comportamento do PS, ao longo destes anos, sem levantar grandes problemas. (…) por mim, apoiaria um movimento de cidadãos, começando pelas pessoas, os partidos que se amanhem, se quiserem que apoiem”.
Edgar Cantante: “também preconizou a necessidade do surgimento de um movimento de cidadãos que se possa constituir em alternativa à actual maioria da Câmara da Moita”.
E então?
Que estamos à espera, camaradas e companheiros dos partidos da oposição?
Vamos continuar enquistados nos nossos pequeninos poderes que não levam a lado nenhum ou vamos apoiar pessoalmente — integrando e até financiando — uma LISTA DE INDEPENDENTES à Câmara e Assembleia Municipais da Moita?
Ólhá contestação pública já aqui…
E é que até está fortemente fundamentada na LEI. Mas qu’é lá isso!
Devem de estar muito distraídos com o “crime violento” e esqueceram-se do “crime sarnento”. Coisas!
Lêr este artigo acerca de derrapagens orçamentais e lêr com atenção quais são os possíveis efeitos para o Executivo Camarário.
E por cá, onde a dívida é astronomicamente superior e onde a falência já é total, não se aplica a Lei porquê?
Por que espera a nossa querida oposição?
Pois!
Causa: “Bombeiros da Moita necessitam com urgência de adquirir uma nova ambulância para o seu parque automóvel”
Porquê? “aumento de solicitações derivadas do crescimento populacional do concelho”
A resposta preste: “O executivo municipal alegou dificuldades financeiras no presente ano”
É assim o Grande Planeamento Urbano desta terra. É o salto em frente que acaba no precipicio.
E quem por azar morrer ou ficar seriamente entrevado por falta de socorro atempado deverá ou não responsabilizar quem incentivou e autorizou o urbanismo desenfreado? Eu acho que sim e que só assim esta trampa de anormais pára para pensar.
E escusam de culpar o Governo Central que quem propõe as construções por todo o lado são as Câmara Municipais (com o beneplácito dos amigos e ex-sócios nas CCDRs) e não o papão malvado.
Não deixa de ser interessante o facto do PDM ter avançado AGORA que a senhora que por lá andava já está sossegadinha no seu novo poleiro. Sempre se confirma a evidência de que era ela, por questiúnculas pessoais ou de razões de séria convicção, que andava a empecilhar os negócios alheios.
Citações retiradas d’O Rio
Segundo um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE), Portugal tem de pôr em prática um sistema de monitorização e avaliação agro-ambientais, de forma a fornecer os dados necessários para tomadas de decisão. A ausência de uma rede nacional de monitorização da erosão dos solos foi apontada no documento, tendo o solo português sido classificado em cerca de 70% com «elevado risco de erosão», 24 % com «risco médio» e apenas 5% teve «risco reduzido». continua…

Versão final da revisão do plano PDM da Moita: corredores de 40 metros excluídos de REN são a novidadeA exclusão da Reserva Ecológica Nacional (REN) em faixas de 40 metros de profundidade a contar do eixo das vias municipais, nas zonas dos Brejos da Moita e Barra Cheia, foi a principal novidade da versão final da revisão do Plano Director Municipal (PDM) da Moita.
Numa reunião extraordinária realizada ontem à tarde, o presidente da autarquia, João Lobo (PCP), defendeu que esta alteração no processo de revisão do PDM vem resolver muitos problemas da população, pois os corredores permitem a construção dentro de alguns parâmetros, sendo alternativa à inclusão de REN nos terrenos agrícolas das duas zonas.“Cerca de 60 ou 70 por cento da população pode resolver os seus problemas e não a escolhemos a dedo.
Esta alteração vai permitir resolver uma série de questões para a população na zona, quer a oposição goste ou não”, disse.
João Lobo lembrou que a existência de alguns corredores já tinha sido defendida pela autarquia, mas que a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) inviabilizou a proposta e que agora foi ela própria a retomar a proposta da Câmara da Moita, que foi aprovada pela Comissão Nacional da Reserva Ecológica Nacional (CNREN) em Abril de 2008.
continua…
O que foi aprovado em matéria de PDM foi apenas a nível local.
Ainda vai para a CCDRLVT e para ratificação pelo Governo.
Mesmo que pareçam ser apenas formalidades, nada está em vigor antes da aprovação final.
Agora se já andam por aí a fazer tudo como se estivesse aprovado é toda uma outra conversa que eu gostaria de saber se a Oposição está a fiscalizar devidamente.
Alguém agarrou no PDM em vigor e percebeu se o que anda a ser feito está dentro da legalidade mesmo legal?
Ponto Único da reunião de Câmara e, provavelmente, sem o POVO ter direito a abrir a boca e os autarcas da oposição a perguntar o que quer que seja, como é hábito e tradição ultimamente.
Assim como assim as 17:00h de um dia normal de trabalho é o melhor timing que se podia conceber para fortalecer a participação cívica como é desejo do excelso Partido do Colectivo.
Agora é que vai, CAMARADAS.
“Amigo” João Lobo, depois de amanhã, se Deus e os Santos ajudarem, já podes ir para a merecida reforma com todas as benesses que tens direito e mais algumas que, porventura, possas ter angariado juntos dos teus “amigos” de longa data. Que isto um homem também precisa de amigos e não se deve ser faccioso com as amizades.
A notícia foi tão bombástica e sabida tão por mero acaso que até decidimos abrir temporariamente aqui o espaço para dar a notícia aos passantes.
Mais info, escassa, no sítio da Câmara Municipal.
Mais uma vez contrariando as opiniões de certas pessoas do podre local, o Partido “Os Verdes, por si ou empurrados pelos “Verdes” a nível interncional, tomaram uma atitude certa:
CONFERÊNCIA VERDE SOBRE ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS E A PRESIDÊNCIA PORTUGUESA DA UE
21 e 22 de Setembro de 2007 – Lisboa
Hotel Fénix, Praça do Marquês de PombalPROGRAMA
21 Setembro – Sexta
18:00h – Mesa Redonda – Alterações Climáticas – Prioridades da Presidência Portuguesa
Monica Frassoni – Presidente do Grupo Verdes / ALE no Parlamento Europeu
Humberto Rosa – Secretário de Estado do Ambiente
Heloísa Apolónia – Deputada de “Os Verdes” na Assembleia da República
Francisco Ferreira – Professor na Universidade Nova de Lisboa – Vice-presidente da QUERCUS
Claude Turmes – Vice-Presidente do Grupo Verdes / ALE no Parlamento Europeu22 Setembro – Sábado
10:00h – Caminhos Verdes para fazer face às Alterações Climáticas
Moderador:
Sepp Kusstatscher – Eurodeputado do Grupo Verdes / ALE no Parlamento EuropeuOradores:
Francisco Madeira Lopes – Deputado de “Os Verdes” na Assembleia da República
Sá da Costa – Presidente da APREN - Associação de Energias Renováveis
Aníbal de Almeida – Professor na Universidade de Coimbra – Eficiência
Energética
Hermann Knoflacher – Professor na Universidade de Viena – O Futuro da
Mobilidade
Manuel Tão – Investigador na Universidade do Algarve – Uma política de
transportes com responsabilidade social e ambiental
Michael Cramer – Eurodeputado do Grupo Verdes / ALE no Parlamento EuropeuEntrada Livre
Contactos:
Partido Ecologista “Os Verdes” – Tel: 21 396 03 08
e-mail: osverdes@mail.telepac.pt – Web: www.osverdes.pt
Um artigo muito interessante. (via Banheirense)
Um artigo mesmo muito interessante tendo em conta o autor, o que faz, e os interesses “centralizadores” e betonistas de certas Revisões de PDM que polulam cá por esta terra.
No entanto, nem é mesmo nada de novo e nem sequer vagamente original. A malta da Aula do Risco já anda a dizer isto há um monte de tempo, e alguns deles até são empregados da Câmara Municipal da Moita.
continua…
Isso é acção da EPUL e não de privadoscontinua…Nuno Cavaco, Secretário Político, aqui
Para não perder tempo a repetir aconselho a leitura deste documento do Partido do Colectivo e o comentário correspondente e acertado aqui.
Cada vez mais nos damos conta, alguns mais que outros, que a dependência dos políticos pelos lobbies de grupos económicos, não só significa uma transmutação de valores morais para valores económicos, como também a total inutilidade da existência do Estado, passando este a uma extensão não dos seus cidadãos mas sim, de grandes empresas.
Realmente é inacreditável…
Depois do que se pôde ver e ouvir nos vídeos da passada reunião de Câmara do dia 9 de Julho, este ataque inacreditável e inconcebível do PCP a um único cidadão é espantoso.
Que certa imprensa se preste a este “frete” de ser correio e megafone do poder instalado já tínhamos entendido e demonstra bem que, sem os blogs locais, a Democracia com D maiúsculo neste concelho está bem entregue e recomenda-se. Seria um regabofe se não existissem os Alhos Vedros ao Poder, os Arre Macho, os A Sul e tantos outros blogs feitos por gente corajosa, embora prudente, e alimentados por outros que, mesmo arriscando serem descobertos, lá vão fornecendo a documentação que certos barões do betão e seus apaniguados camarários gostariam de ver bem morta e enterrada; já para não falar de outras piolheiras mais particulares que por aí vão escorrendo putridas e sem castigo que se veja.
A lêr a importante análise a esta vergonha política propalada pelos partidos já sem moral e pelos média mediocres e assalariados dos interesses económicos (quando não são sua pertença) no Alhos Vedros ao Poder, Brocas Vetus, Arre Macho, Um por todos [link] e [link], e no Jornal “O Rio“, último jornal independente devido à casmurrice dos seus donos, nomeadamente o seu director, com largos prejuízos financeiros por certas tomadas de atitude.
Não há nada que mais doa ao PCP do que ex-Camaradas voltarem-se contra eles e exporem as suas incongruências e vilezas, mas descerem ao nível do mais mesquinho ataque pessoal—já não através da “segunda linha” ou de insinuações torpes em comentários na internet e em conversas de café—mas usando a própria estrutura partidária.
Só desejamos que o Comité Central do PCP (e dos Verdes) ponha um ponto final nisto e que tome as atitudes correctas—como fez recentemente em relação a Lisboa e a Setúbal—ou então só nos resta pensar que algo de muito podre se passa no Reino da Dinamarca.
E depois ainda querem que demos a cara! (1, 2, 3, 4)
Líricos… Não queriam mais nada.
... pela pena do seu lídimo porta-voz, ao meu artigo mais abaixo:
Nada que não se estivesse à espera, vindo lá do sítio do costume...
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