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Blog Action Day - Get Involved!

January 31, 2007

O Povo é sereno!

PDM via Zé Lupis Blog
in Zelupi’s Blog

 

A teia do esquecimento

papoila
Uma papoila crescia, crescia
pinta vermelha,
num condominio qualquer

No espaço de dois dias fomos alertados para duas situações pouco ortodoxoas vividas em autarquias da margem sul, e uma outra acontecida na autarquia de Lisboa.

Na autarquia da capital como seria de compreender , o destaque mediático foi grande, e as consequência foram as normais num regime democrático , as pessoas afastaram-se dos cargos , conferência de imprensa , e deixando agora a justiça funcionar .

Estas situações (CDU e PSD) fazem ainda lembrar a do Vereador do Urbanismo no Porto (PSD) que saiu por razões semelhantes às do de Setúbal (CDU) e ainda as alegadas suspeições dos negócios de “Interesse Público” do Presidente da Câmara de Setúbal (PS) e uma herdade que ele teria “alugado” em troca e em tudo semelhante ao negócio de “amigos” do Dr. Rui Encarnação.

Nesta baldrocas autárquias só não se ouve falar do CDS/PP e do BE! Será que é porque os extremos se tocam e são mais honestos ou porque nas suas zonas o “negócio” está mais fraquinho?

 

Requerimento

Exmo. Senhor
Presidente da Assembleia da República

REQUERIMENTO

ASSUNTO: Procedimentos em matéria de gestão do território no município da Moita

O jornal Público noticiou, no passado dia 28 de Janeiro de 2007, na sua secção “Local”, uma situação de suspeição alegadamente imputável a um consultor jurídico da Câmara Municipal da Moita que, no essencial, pode legitimamente levantar interrogações mais generalizadas acerca da transparência e da legalidade de alguns procedimentos daquela autarquia em matéria de gestão e ordenamento do território.

A notícia em questão descreve factos que alegadamente se relacionam com a revisão do Plano Director Municipal da Moita e com avanços e recuos da Administração em processos conducentes à interdição ou à disponibilização de solos para especulação imobiliária e para construção, em que, por vezes, ficam esbatidos os contornos do que possa ser uma diligente prossecução do interesse público por parte da autarquia, aflorando, assim, uma potencial utilização indevida dos poderes da Administração para a satisfação de meros e ilegítimos interesses privados.

Posto isto e atendendo a que a devida tutela dos interesses públicos deve, num Estado de Direito Democrático – como é o nosso caso -, pontificar sobre qualquer possível suspeita, sob pena de o próprio sistema deixar de continuar a poder qualificar-se como de democrático,

Nestes termos,

Vem o Deputado abaixo-assinado ora requerer à Presidência do Conselho de Ministros e à Secretaria de Estado Adjunta e da Administração Local, ao abrigo das disposições aplicáveis da Constituição da Republica Portuguesa e do Regimento da Assembleia da Republica, que lhe seja prestada informação sobre:

1 – Se intenta esse departamento governamental proceder, designadamente através da Inspecção-Geral da Administração Local, a averiguações na Câmara Municipal da Moita, com vista ao integral esclarecimento dos factos supra mencionados em torno de alegadas ilegalidades na revisão do respectivo Plano Director Municipal e na desafectação de terrenos para fins de especulação imobiliária e para a satisfação de interesses privados?

2 – Se, a partir de uma averiguação sobre os factos alegados na notícia atrás referenciada, pretende esse departamento governamental empreender uma ampla auscultação à conformidade, para com a lei, da política e dos actos de gestão e de ordenamento do território levados a cabo pelos responsáveis do município da Moita?

Palácio de São Bento, 30 de Janeiro de 2007.
O Deputado

(Luís Carloto Marques)

 

Alvará ou não Alvará, eis a Questão!

Do Público de hoje, de novo pela pena de José António Cerejo, o desmontar de um oportuníssimo “lapso” camarário:

«CM da Moita invocou documento inexistente para alterar a REN
José António Cerejo
A referência a um alvará já existente justificaria esse pedido como um “lapso”

A Câmara da Moita fundamentou o pedido de desanexação da Reserva Ecológica Nacional (REN) de uma zona contígua ao perímetro urbano da aldeia do Penteado com um documento inexistente. Segundo o chefe de gabinete do presidente da autarquia, a invocação de um alvará pré-existente para justificar esse pedido – cuja aprovação permitirá a urbanização de terrenos em que tem interesse o consultor jurídico da câmara – foi “um lapso”.
Em vigor desde 1993, a carta da REN da Moita foi objecto de uma redelimitação, por iniciativa da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), que teve a aprovação da Comissão Nacional da REN em Abril de 2004. Nessa altura foi integrada na reserva ecológica uma área a sul de Penteado, ficando a formalização desse alargamento dependente da aprovação da proposta de revisão do PDM, em curso desde 1996.
Perante o novo mapa, que abarcava 3534 hectares em todo o concelho, contra 2612 de 1993, a autarquia propôs à CCDR a exclusão de 42 manchas espalhadas pelo município, num total de cerca de 250 hectares. A proposta foi condensada num dossier em que a autarquia identificava as manchas a excluir e enunciava as razões de ser de cada um dos pedidos.
Uma dessas manchas, a nº 18, incidia sobre um total de 29.000 m2, situados a sul do perímetro urbano do Penteado (uma pequena parcela da área que ali fora acrescida à REN) sendo a sua maior parte, 17 mil m2, propriedade da empresa Montiterras e nela foi construída uma moradia de luxo em que reside o consultor jurídicoda Câmara, Rui Encarnação (PÚBLICO de 28/01/07). Como justificação desse pedido de desanexação, a câmara indicou à CCDR o objectivo de integrar no perímetro urbano “um loteamento com alvará em vigor”, acrescentando na ficha que o alvará em questão constava do “Anexo 3”.
Face a este pedido, a CCDR emitiu parecer favorável em Agosto de 2005, sendo a exclusão aprovada dois meses depois pela comissão nacional da REN. No seu parecer, ainda que favorável, a REN não deixou de observar que o pedido camarário “não se encontra devidamente fundamentado”.
O PÚBLICO constatou nos serviços da comissão da REN, que o fundamento insuficiente é, afinal, inexistente: no Anexo 3 não existe alvará de loteamento relativo à mancha 18. Perguntado ao presidente João Lobo, se haveria algum lapso no pedido, a resposta do seu chefe de gabinete foi a seguinte: “Não existe nenhum alvará de loteamento, apenas posso concluir tal como V. Exª que se trata de um lapso.”
Graças a este “lapso”, os 17.000 m2 da Montiterras/Rui Encarnação escaparam à integração definitiva na REN, caso em que ali seria vedada toda e qualquer construção. E a proposta de revisão do PDM, em vias de aprovação, integra-os no perímetro urbano, permitindo, caso venha a ser ratificada pelo Governo, a sua urbanização.»

O texto fica aqui todo, pois o Público pode voltar a esgotar por estas partes e a partir de amanhã o link poderá ser desactivado.

Para os vossos arquivos e memória futura (ou será para memória a curto prazo?).

 

Um Silêncio Ensurdecedor

É que a coisa nem foi de surpresa, pois foi público e notório que o jornalista do Público se tinha instalado na Moita e tinha acedido a matérias mais do que sensíveis.
Portanto, houve mais do que tempo para preparar uma resposta.
O jornalista afirma que fez uma check-list de questões que apresentou ao shôr Presidente.
Não foram alusões vagas, ou menos vagas, de alegados “anónimos”.
Foram questões apresentadas olhos nos olhos.
A documentação sobre os factos é do domínio público.
Como muita outra é sobre outros casos igualmente complicados.
A estratégia do silêncio chega a ser confrangedora.
Nem um desmentido oficial ou oficioso.
Será que há quem acredite que isto virá a ser travado e esquecido?
Por onde se andarão a mover os Associados do Poder Moiteiro?
E por onde andará a “confiança política”?
Será que é mesmo necessário que a coisa vá mais longe?
Não viram ainda o mal que têm andado a fazer à coisa pública?
Isto não é o ocultamento de uma aposentação de 3000 euros pedida às escondidas dos eleitores.
Isto mexe com o desrespeito das leis e com o favorecimento indevido de alguns.
Ainda ninguém conseguiu perceber por onde tentar escapar?
Andarão a arranjar “razões pessoais e familiares” para justificar um empurrão pela borda fora como ao outro?
E a segunda linha ainda não está em condições para avançar?
E a velha guarda já está mais do que desgostada com tudo isto?

É que quanto mais tempo passa, mas a bola de neve irá engrossar.
Quem vos avisa não será propriamente vosso amigo, mas se forem minimamente inteligentes perceberão que é altura de arrepiar caminho.
Para bem de todos.
Para vergonha já chega.

 

January 30, 2007

As Ascencões e as Fugas

Este artigo do colega blogueiro e anónimo que escreve regularmente no blog Arre Macho está tão interessante que não resisti a copiá-lo na integra para aqui. Coincidências realmente interessantes estas que ele refere.

Dei por mim a pensar (fico feliz por pensar que penso) nas várias sucessões a que temos assistido na nossa Autarquia.

O Zé Luís foi Vereador do Urbanismo, ascendeu a Presidente.
O João de Almeida foi Vereador do Urbanismo, ascendeu a Presidente.
O João Lobo foi Vereador do Urbanismo e ascendeu a Presidente.

Será que para se ser Presidente primeiro tem que se ser Vereador do Urbanismo?

Lá a oposição tem que rever a estratégia quando concorre às eleições, na vez de se candidatarem a Presidente de Câmara têm é de se candidatar a Vereador do Urbanismo e aí sim, estarão a um mandato de serem Presidentes de Câmara.

Nas fugas também começo a ver as coincidências, o Zé Luis apresenta-se em grande plano nos outdors, mas quem é o candidato a Presidente de Câmara é o João de Almeida.
O Zé Luís sai de cena , já reformado, como convêm, e começa o mandato de João de Almeida.

João de Almeida candidata-se novamente e ganha as eleições, mas por pouco tempo, abandonando o cargo, já reformado, como convêm, e passa o mandato ao João Lobo.

João Lobo candidata-se e ganha as eleições, mas antes que isto dê para o torto reforma-se.

É engraçado todos estes percursos com pessoas diferentes mas coincidentes nas estratégias.


por Olharapo, Arre Macho

Por esta perspectiva o Rui Garcia não vai ser Presidente já que o João Lobo MANTEVE o Planeamento Urbano e só lhe deu a Gestão Urbanística, que não é bem a mesma coisa. É assim a modos que os ossos do Urbanismo.
E a Eurídice Pereira devia era ter posto os mega-cartazes mas era com o Hélder Pinhão em vez dela e agora já estava a meio passo de se reformar.

 

Miscelânea Legislativa

Lei nº 25/95 de 18 de Agosto:

Artigo 1.º
Prazo e conteúdo
Os titulares de cargos políticos apresentam no Tribunal Constitucional, no prazo de 60 dias contado da data do início do exercício das respectivas funções, declaração dos seus rendimentos, bem como do seu património e cargos sociais, da qual conste:
a) A indicação total dos rendimentos brutos constantes da última declaração apresentada para efeitos da liquidação do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares, ou que da mesma, quando dispensada, devessem constar;
b) A descrição dos elementos do seu activo patrimonial, existentes no País ou no estrangeiro, ordenados por grandes rubricas, designadamente do património imobiliário, de quotas, acções ou outras partes sociais do capital de sociedades civis ou comerciais, de direitos sobre barcos, aeronaves ou veículos automóveis, bem como de carteiras de títulos, contas bancárias a prazo, aplicações financeiras equivalentes e direitos de crédito de valor superior a 50 salários mínimos;
c) A descrição do seu passivo, designadamente em relação ao Estado, a instituições de crédito e a quaisquer empresas, públicas ou privadas, no País ou no estrangeiro;
d) A menção de cargos sociais que exerçam ou tenham exercido nos dois anos que precederam a declaração, no País ou no estrangeiro, em empresas, fundações ou associações de direito público e, sendo os mesmos remunerados, em fundações ou associações de direito privado.

Artigo 2.º
Actualização
1 – Nova declaração, actualizada, é apresentada no prazo de 60 dias a contar da cessação das funções que tiverem determinado a apresentação da precedente, bem como de recondução ou reeleição do titular.
2 – Em caso de substituição de Deputados, tanto o que substitui como o substituído só devem apresentar a declaração referida no n.º 1 no fim da legislatura, a menos que entretanto renunciem ao mandato.
3 – Os titulares de cargos políticos e equiparados com funções executivas devem renovar anualmente as respectivas declarações.
4 – Não havendo lugar a actualização da anterior declaração, quaisquer declarações subsequentes poderão ser substituídas pela simples menção desse facto.
5 – A declaração final deve reflectir a evolução patrimonial durante o mandato a que respeita.

Artigo 3.º
Incumprimento
1 – Em caso de não apresentação das declarações previstas nos artigos 1.º e 2.º, a entidade competente para o seu depósito notificará o titular do cargo a que se aplica a presente lei para a apresentar no prazo de 30 dias consecutivos, sob pena de, em caso de incumprimento culposo, salvo quanto ao Presidente da República, ao Presidente da Assembleia da República e ao Primeiro-Ministro, incorrer em declaração de perda do mandato, demissão ou destituição judicial, consoante os casos, ou, quando se trate da situação prevista na primeira parte do n.º 1 do artigo 2.º, incorrer em inibição por período de um a cinco anos para o exercício de cargo que obrigue à referida declaração e que não corresponda ao exercício de funções como magistrado de carreira.
2 – Quem fizer declaração falsa incorre nas sanções previstas no número anterior e é punido pelo crime de falsas declarações, nos termos da lei.
3 – As secretarias administrativas das entidades em que se integrem os titulares de cargos a que se aplica a presente lei comunicarão ao Tribunal Constitucional a data do início e da cessação de funções.

Artigo 4.º
Elenco
1 – São cargos políticos para os efeitos da presente lei:
a) Presidente da República;
b) Presidente da Assembleia da República;
c) Primeiro-Ministro;
d) Deputados à Assembleia da República;
e) Membros do Governo;
f) Ministro da República para as Regiões Autónomas;
g) Membros do Tribunal Constitucional;
h) Membros dos órgãos de governo próprio das Regiões Autónomas;
i) Governador e Secretários Adjuntos de Macau;
j) Deputados ao Parlamento Europeu;
l) Os membros dos órgãos constitucionais e os membros das entidades públicas independentes previstas na Constituição e na lei;
m) Governador e vice-governador civil;
n) Presidente e vereador da câmara municipal.

Artigo 5.º
Consulta
1 – Qualquer cidadão pode consultar as declarações e decisões previstas na presente lei.
2 – O Tribunal Constitucional define, nos termos do respectivo Regimento, a forma como é organizada a consulta às declarações e decisões previstas na presente lei.

Artigo 6.º
Divulgação
1 – A divulgação do conteúdo das declarações previstas na presente lei é livre.
2 – Com fundamento em motivo relevante, designadamente interesses de terceiros, o titular do cargo pode opor-se à divulgação parcelar ou integral a que se refere o número anterior, competindo ao Tribunal Constitucional apreciar a existência ou não do aludido motivo, bem como da possibilidade e dos termos da referida divulgação.
3 – Cabe ao declarante, no acto de apresentação da sua declaração inicial ou posteriormente, a iniciativa de invocar objecção nos termos e para os efeitos do número anterior.
4 – A violação da reserva da vida privada eventualmente resultante da violação dos números anteriores será punida nos termos legais, designadamente segundo o disposto nos artigos 192.º e 193.º do Código Penal.

Artigo 6.º-A
Omissão ou inexactidão
Sem prejuízo das competências cometidas por lei a outras entidades, quando, por qualquer modo, seja comunicada ou denunciada ao Tribunal Constitucional a ocorrência de alguma omissão ou inexactidão nas declarações previstas nos artigos 1.º e 2.º,
o respectivo Presidente levará tal comunicação ou denúncia ao conhecimento do representante do Ministério Público junto do mesmo Tribunal, para os efeitos tidos por convenientes.

Pois, pois, pois…
E olhem que quem anda a defender as medidas do João Cravinho deverá pensar melhor, pois seriam bem mais exigentes, como aquela do enriquecimento súbito.

 

January 29, 2007

A Coisa Pública

Há quem diga que eu sou casmurro.
Algumas pessoas de família confirmam e adiantam que sou mesmo de ideias fixas.
Pois é.

Continua aqui…

 

Palavras Soltas

IGAT.
2000.
Inspector.
Raul Melo dos Santos.
Parecer 55/00.
Licenciamento.
Desafectação.
Violação do artigo 48º, nº 2, alínea d).
Regulamento do PDM.
Perda de mandato.
Lei 27/96 de 1 de Agosto, artigo 6º, nº 4.
Proceda-se em conformidade.

Não se procedeu.

 

A Única Hipótese

Perante o que se passa, e para além dos silêncios ensurdecedores dos que sempre se adiantaram a opinar sobre os “erros” da oposição local (mas a coerência não é para todas as tertúlias, muito menos as amoitadas ao poder), espera-se pela resposta oficial da CMM e em especial do seu Presidente às matérias analisadas ontem no jornal Público e de que ele teve conhecimento prévio muito antes da publicação. [Continua aqui…]

 

E estourou a bronca toda...

Presidente da CMM, Engº João LoboFinalmente parece que afinal nós é que tínhamos razão e não outros que nos insultavam e vilipendiavam. Saiu na imprensa escrita, a dita séria e não anónima. Não há mais como esconder e fingir que não existe nada e nada se passa. Foram três anos de luta de vários blogueiros incógnitos e de grupos de cidadãos conhecidos e “que deram a cara” e os resultados começam a aparecer, talvez a reboque de outros bem mais mediáticos como os de Lisboa e de Setúbal, mas começam a aparecer e isso é esperançoso.

Muito do que hoje se torna de conhecimento a nível nacional já circulava há muito fora do núcleo duro do Poder Moiteiro & Associados.
Falava-se à boca pequena, faziam-se alusões na tentativa de obter algum decoro nas atitudes dos envolvidos que, como de costume em quem se serve dos bens públicos em proveito privado e faz gato-sapato das leis, mandavam os peões acusar de caluniadores quem aflorasse os temas-tabu.
in Alhos Vedros ao Poder

Os artigos sobre tema na blogsfera “anónima” ou não:

E os artigos da imprensa escrita:

Agora aguardemos para vêr como o caso se vai desenrolar.
A Justiça já não o pode ignorar mais; nem o pode deixar cair.

Em último caso esta é, para já, uma vitória da Sociedade Civil, dos munícipes da zona da Várzea da Moita e outros que “deram o corpo ao manifesto“; mas também da blogosfera “anónima” que foi insistindo e não largou o assunto nem o deixou esquecer.

Só pedimos: Aos culpados a justiça e aos inocentes a restauração do seu bom nome e honra. À Revisão do Plano Director da Moita a sua IMEDIATA SUSPENSÃO.

 

January 28, 2007

ZERO!

A contagem decrescente terminou com um grande estoiro.

Corram a comprar o Público, abram o caderno Local e leiam o que por lá anda.

O poder moiteiro desmascarado em alguns dos seus esquemas e meandros que todos conhecem mas ninguém parecia querer desmascarar, que permitem que alguns vivam muito bem numa terra há muito em crise.

Agora esperamos uma reacção dos que não sabem, não ouviram e nunca viram nada.
Será tudo uma enorme conspiração?

Não! ! !

A matéria está abundantemente documentada e vários olhinhos (não só os nossos) que a terra há-de comer confirmam que a papelada à solta é ainda mais explosiva do que isto.
Nós avisámos!

Shit happens.

E depois nós somos os caluniadores?
Antes anónimo que…
Assunto a merecer acompanhamento ainda hoje e durante o início da semana. Agora devo ir à missa rezar pela absolvição dos pecados desta gente no Céu, porque agora espero pelo castigo na Terra.

comentar aqui por favor

 

January 26, 2007

Caso Bonixe encerrado!

Pelo menos a desculpa é mais simpática do que a do jornalistas.
A lêr sobre o assunto no Alhos Vedros ao Poder.

 

Pois é!

começam as cartas a cair.
Vamos a vêr é se não acaba tudo em águas de bacalhau como de costume e fica tudo na mesma. Tenhamos esperança de que algo vai começar a mudar verdadeiramente.

 

January 25, 2007

Três a Zero começa a ser goleada!

No cumprimento do primeiro ponto da agenda política de curto prazo que ontem divulgámos, a entrevista de hoje do vereador Joaquim Raminhos constitui a terceira crítica demolidora à forma como o actual executivo camarário, e os que o antecederam na última década, andaram a preparar o processo de revisão do PDM.

Há muito tempo que partilho algumas das concepções do JR sobre vários aspectos do concelho, mesmo se discordamos claramente em termos de estratégia de intervenção cívica. Ele é um homem de consensos e preocupado em não ferir muito as susceptibilidades. Eu não sou notoriamente assim.
Acho que ele ainda acredita na regeneração do “sistema”, eu já nem por isso.

Quanto ao essencial, o Raminhos junta-se ao coro de protestos que isola o poder moiteiro no seu autismo.
Não interessam só as maiorias nas urnas com quarentas por centos dos votos expressos.
Interessa saber mobilizar os agentes políticos para projectos que devem agregar todas as vontades e recursos humanos disponíveis e interessados no desenvolvimento do concelho.

Ao contrário, o poder moiteiro enquistou-se e ao longo de décadas estendeu os seus tentáculos na tentativa de asfixiar as vozes críticas ou, na impossibilidade, retirando-lhes todo a possibilidade de intervenção activa nos destinos da autarquia.

O poder moiteiro passou a confundir o exercício do poder com a posse desse mesmo poder, sem qualquer tipo de “abertura” às vozes da oposição que apelida de fascistas (do PS para a direita) ou de traidores (tudo à sua esquerda).
Obviamente, isso está errado.

PSD, PS, BE e grande número de munícipes não se revêem num modelo de desenvolvimento terceiro-mundista e suburbanizador.
Não interessa se não foram a maioria nas eleições.
São em número bastante significativo e a Democracia não passa pelo abafamento das visões alternativas e pelo desrespeito pelas minorias.
Mas quem pensa que o Poder se é monopólio apenas de um grupo e dos que com ele concordam é claro que não entende as coisas assim.

E quase todos perdemos, para que alguns satisfaçam a sua vaidade, outros mantenham o seu empregozinho dependente da fidelidade e uns poucos se governem à grande.
Infelizmente para o bem do destino que devia ser comum.

Mas claro que não é.

 

É à justiça que cabe investigar, julgar e punir

João Silva quer saber o que se passou quando o presidente da Académica dirigia
o Urbanismo

Reagindo à iniciativa do ex-vereador socialista, o vice-presidente da câmara questiona: “Como é que ele sabe que nada foi feito?”. João Rebelo sublinha até que “nunca nenhum período e departamento foram tão profundamente investigados e exaustivamente verificados” como aqueles para os quais a João Silva pede uma investigação. “O que não fazemos é esquecer que estamos num Estado de Direito e que é à justiça que cabe investigar, julgar e punir, se for caso disso”, frisou. Insistindo em que “todas as inspecções são bem-vindas”, o vice-presidente sugeriu que ela seja feita a um período mais alargado”. Noutro contexto, como exemplo do “bom funcionamento” da unidade de fiscalização de obras particulares, apontou o caso da polémica urbanização Jardins do Mondego, cuja denúncia anónima esteve na origem da investigação da PJ. “O problema foi detectado e resolvido entretanto, excepto no que respeita a uma questão que está em tribunal administrativo e que se prende com uma decisão do penúltimo executivo camarário”, de maioria PS, frisou.

No Publico e em Urbanismo, mais do mesmo.

 

Ai! Lobo, Lobo...

Que os teus camaradas estão a lixar-te…

PCP quer debater revisão do PDM

O PCP defende que a revisão em curso do Plano Director Municipal (PDM) de Lisboa, que a vereadora Rita Magrinho sublinha estar “substancialmente atrasada”, deve ser acompanhada de uma avaliação do plano que está em vigor desde 1994, exercício que tem de incluir “quem vive e trabalha na cidade”.

Os vereadores do PCP na Câmara Municipal de Lisboa promoveram ontem um encontro de reflexão sobre o PDM, para o qual convidaram associações cívicas e profissionais com intervenção no concelho. O objectivo da iniciativa, segundo Rita Magrinho, foi recolher “contributos para melhorar o PDM da cidade de Lisboa”, cuja proposta de revisão será “muito brevemente” discutida em reunião camarária.

artigo na Pag. 47 do jornal O Publico

O resto está aqui...

 

January 24, 2007

A maré está negra e fede...

A PJ esteve, esta terça-feira, nas instalações da Câmara Municipal de Lisboa a realizar buscas, no âmbito da troca de terrenos entre a autarquia e a Bragaparques. Os inspectores recolheram vários caixotes de documentação e material informático.

Cerca de 50 inspectores da Polícia Judiciária (PJ) e seis magistrados do Ministério Público estiveram, esta terça-feira, nas instalações da Câmara Municipal de Lisboa (CML) a realizar buscas relacionadas com a permuta de terrenos do Parque Mayer e da Feira Popular, entre a Bragaparques e a autarquia.


in TSF Online

 

January 22, 2007

A Democracia dos números

Os números dizem tudo: UM EXERCÍCIO DE HUMILDADE

A minha opinião mantém-se a mesma.

 

January 20, 2007

A comunicação social que vamos tendo...

Em vez de perdermos tempo a repetir o que outros já disseram, preferimos deixar-vos as ligações directas (e actualizadas).

No Alhos Vedros ao Poder, sobre as referências à blogosfera local e critérios jornalísticos de exclusão no jornal Margem Sul: Luís Bonixe, o Jornalista Fixe, Dizem que é uma Espécie de Jornalista, The Bonixe Report – Versão 2.0, Porquê???, Claro, Fico-vos eternamente em dívida e O Mundo ao Contrário.

No Barreiro Velho, sobre o mesmo, em JOSÉ PEDRO ANTÓNIO JOÃO MIGUEL MANUEL NUNO MÁRIO e BARREIRO PRINCÍPIOS DE RIGOR E CLAREZA.

Os artigos em referência acima publicados no jornal Margem Sul sobre os blogs da região [pdf] e a “justificação” do jornalista-investigador [pdf] no seu original oficial.

No A-Sul sobre a farsa do recente programa da TSF na margem sul: Margem Sul, o debate., Democracia Faz de Conta, Margem Sul – o dossier DN, Balanço e Negação, A estratégia da aranha e Complexos.

Isto é a Democracia a funcionar em pleno. É que até pode parecer que isto não tem nada a vêr com as questões do PDM mas olhem que tem, olhem que tem...

Já agora, e para os interessados, fica a lista provisória e seguramente incompleta dos blogs da região: BLOGUES DO BARREIRO E ARREDORES, in Barreiro Velho.

 


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