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Blog Action Day - Get Involved!

February 21, 2006

Afinal...

... parece que a Revisão do PDM sempre não segue e o que ficou a valer foi o que estava.

Afinal parece que estava errado, ou melhor, que as desanexações e os esquemas eram demasiados.

Afinal parece que nem terem enfiado com a Revisão durante as férias lhes serviu para os intentos.

Afinal parece que os protocolozinhos paralelos com os amigos do peito do sr. Presidente não foram avante — passe a ironia da palavra — e ficou tudo em águas de bacalhau.

Afinal, será que haverá aqui mãozinha da Dr. Eurídice Pereira?

Só é pena que se tenha gasto uma pipa de massa do nosso rico dinheirinho e que agora se tenha de gastar mais uma pipa de massa a refazer exactamente o mesmo. Mas agora com mais refinamento para vêr se os palermas dos munícipes não vêm os esquemas necessários para equilibrar as Finanças, que o malandro do Poder Central ainda veio cortar mais nas verbas do PIDAC e a dívida é monstruosa e afinal nada se fez do que se prometeu em campanhas antigas e nada se poderá fazer agora.

E responsáveis, há? Ná! Não devem de haver.
Não se ouvirá uma recriminação ou um despedimento com justa causa ou uma exoneração ou uma perdazinha de mandato ou sequer um pedido de indemnização por danos e prejuízos. Nada. Niente. Zilch. No pasa nada! É circular, meus amigos, é circular.

Nem para os políticos, que definiram as opções; nem para o malandro do arquitecto, que é uma besta porque não viu que isto vinha tudo para trás ou que se calhar até sabe é demais e convém não chatear muito; nem sequer para os imbecis dos empregados do Departamento de Urbanismo da CMMoita que não souberam dar uma opinião ou então deram-na com os pés. Para ninguém que assim é que é bem e assim é que este país segue em frente.

Nós é que somos estúpidos e comemos disto todos os dias. A culpa é toda nossa, ou pelo menos de alguns de nós.

 

February 15, 2006

Haja Santa Paciência!

Exmo Sr. Eng João LoboEntrevista de fino recorte literário e demonstrativa de muita coisa, até do que dissemos em tempos no Alhosvedrense sobre os planos do sr. Presidente João Lobo: Rostos On-line

Assim nem admira mesmo nada que este Parque Temático e vários outros “negócios” tenham tido uma supervisão particular do sr. Eng. João Lobo. Não admira mesmo nada.

Já imprimi não vá o Diabo tecê-las e desaparecer o conteúdo ou sofrer uma súbita modificação.

Também o último parágrafo é bem elucidativo do incómodo que os blogs “anónimos” estão a causar a certas pessoas. Só podemos concordar completamente com a análise feita no Alhos Vedros ao Poder.

 

February 8, 2006

A avestruz e o Lobo!

AECOPS prevê queda de 2,8% no sector da construção em 2006


A produção no sector da construção deverá cair uma vez mais em 2006, desta feita 2,8%, mantendo a tendência negativa registada desde 2002, avança hoje a Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas (AECOPS) em comunicado.

A produção no sector da construção deverá cair uma vez mais em 2006, desta feita 2,8%, mantendo a tendência negativa registada desde 2002, avança hoje a Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas (AECOPS) em comunicado.

Segundo a mesma fonte, a evolução da construção vai, à semelhança de 2005, acompanhar o cenário «pouco animador» da economia, sublinhando que há um ano, tanto o sector da construção tanto a economia nacional se caracterizaram por desempenhos «muito fracos», inclusivamente abaixo do previsto.

Aliás «tudo aponta para que o cenário macro-económico se mantenha desanimador em 2006 com perspectivas de crescimento muito moderado do PIB e de manutenção de trajectória negativa do Investimento (subida de 0,8% e de 1,1%, respectivamente, segundo o Banco de Portugal)», explica a associação.

O segmento de Edifícios Residenciais, perante a tendência de queda do número de fogos licenciados, poderá vir a cair 4% em 2006, enquanto a produção de Edifícios Não Residenciais deverá conhecer uma «ligeira» expansão em termos reais de cerca de 0,7% graças à componente privada. A componente pública deverá manter-se estável aos níveis de 2005.

A produção no sector da construção deverá cair uma vez mais em 2006, desta feita 2,8%, mantendo a tendência negativa registada desde 2002, avança hoje a Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas (AECOPS) em comunicado.

Segundo a mesma fonte, a evolução da construção vai, à semelhança de 2005, acompanhar o cenário «pouco animador» da economia, sublinhando que há um ano, tanto o sector da construção tanto a economia nacional se caracterizaram por desempenhos «muito fracos», inclusivamente abaixo do previsto.

Aliás «tudo aponta para que o cenário macro-económico se mantenha desanimador em 2006 com perspectivas de crescimento muito moderado do PIB e de manutenção de trajectória negativa do Investimento (subida de 0,8% e de 1,1%, respectivamente, segundo o Banco de Portugal)», explica a associação.

O segmento de Edifícios Residenciais, perante a tendência de queda do número de fogos licenciados, poderá vir a cair 4% em 2006, enquanto a produção de Edifícios Não Residenciais deverá conhecer uma «ligeira» expansão em termos reais de cerca de 0,7% graças à componente privada. A componente pública deverá manter-se estável aos níveis de 2005.

Sector regista quebras acumuladas de 18% desde 2002

A mesma fonte sublinha que, «em termos acumulados, as sucessivas quebras registadas na actividade do sector desde 2002 atingem já os 18%» .

Relativamente á Engenharia Civil, «a situação é ainda menos animadora», apesar do crescimento verificado em 2005 no crédito à habitação, explica a associação acrescentando que se espera uma quebra de 4% no volume de trabalhos neste segmento a rondar os 4%.

A construção de Edifícios Não Residenciais privados «é o único segmento de mercado que se espera venha a registar crescimento embora apenas 1%», salienta a associação. Já a execução de Edifícios Não Residenciais públicos «deverá estabilizar relativamente ao ano findo», acrescenta.

A mesma fonte avança ainda que as opções assumidas na nova lei das rendas «não permitem antever uma evolução positiva do mercado de Reparação e Manutenção» e que os atrasados nos pagamentos sobretudo por parte do Estado, a excessiva carga fiscal e o excesso de concorrência «continuaram a ser fortes entraves ao desenvolvimento do sector» em 2005 cuja produção deverá ter caído 3% devido à quebra de 4,5% na construção de habitação.


in Jornal de Negócios



Perante esta situação é impossível compreender a casmurrice e a falta de sensibilidade e inteligência demonstrada pelo executivo da Câmara Municipal da Moita.

Lamentávelmente, a mesma só nos é compreensível dentro de um ou mais dos vários pressupostos seguintes:

  1. Crassa incompetência do executivo

  2. Avestruzismo congénito que impede de vêr o óbvio

  3. Necessidade de tapar o gigantesco e cada vez maior buraco financeiro da autarquia

  4. Obrigatoriedade de cumprir com promessas e compromissos pré-eleitorais para com os seus apoiantes e correlegionários

  5. Corrupção pura e dura

Como diz o Povo: Venha do Diabo e escolha!

 

February 6, 2006

Novas adições no Parque

Adicionámos mais alguns links na página do Parque Temático.
Não deixe de lêr.

 


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